sábado, 12 de maio de 2012

Serge Cottet - teoria

fortuna crítica de Sigmund Freud
COTTET, Serge. Freud e o desejo do psicanalista. Tradução de Ari Roitman. Rio de Janeiro: Zahar, 1989. Título original: Freud et le Désir du Psychanalyste.
capítulo
COTTET, Serge. Penso onde não sou, sou onde não penso. In: MILLER, Gérard (Org.). Lacan. Tradução de Luiz Forbes. Rio de Janeiro: Zahar, 1989. capítulo 1, p.11-23.

Jeffrey Richards - teoria

RICHARDS, Jeffrey. Sexo, desvio e danação: as minorias na Idade Média. Tradução de Marco Antonio Esteves da Rocha e Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Zahar, 1993. 181p. Título original: Sex, dissidence and damnation (minority groups in the Middle Age).

Nilto Bonder & Bernardo Sorj - teoria

BONDER, Nilton; SORJ, Bernardo. Judaísmo para o século XXI: o rabino e o sociólogo. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. 171p.

Antonio Franco Ribeiro da Silva - teoria

SILVA, Antonio Franco Ribeiro da. O desejo de Freud. Apresentação de Oscar Cesarotto. São Paulo: Iluminuras, 1994. 165p.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Jean Laplanche & J.-B. Pontalis - teoria

LAPLANCHE, Jean; PONTALIS, J.B. Vocabulário da psicanálise. Sob a direção de Daniel Lagache. Tradução de Pedro Tamen. 6.ed. São Paulo: Martins Fontes, [?]. 707p. Título original: Vocabulaire de la Psichanalyse.

Judith Miller - teoria

MILLER, Judith. A criança no dircurso analítico. Tradução de Dulce Duque Estrada. Rio de Janeiro: Zahar, 1991. Título original: L’enfant dans le discours analytique. (Coleção O campo freudiano no Brasil)

Exposição Portraits, de Lucian Freud

FREUD, Lucian. Portraits. Sarah Howgate with Michael Aupin and John Richardson. London: National Portrait Gallery Publications, 2012. 256p. (Catálogo da exposição, National Portrait Gallery, London, from 9 Februery to 28 May 2012 and the Modern Art Museum of Fort Worth, Texas, from 2 July to 28 October 2012).
_______. Guia da exposição. n.p.
_______. What's On. National Portrait Gallery. capa, p.3.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Drauzio Varella - literatura brasileira

VARELLA, Drauzio. Estação Carandiru. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. 297p.

Haroldo de Campos - literatura brasileira e teoria

literatura brasileira
CAMPOS, Haroldo de. A máquina do mundo repensada. Cotia: Ateliê Editorial, 2000. 102p.

teoria
CAMPOS, Haroldo de. O sequestro do barroco na formação da literatura brasileira: o caso Gregório de Mattos. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado, 1989. 128p.

CAMPOS, Haroldo de. O sequestro do barroco na formação da literatura brasileira: o caso Gregório de Mattos. Introdução [Viva Haroldo - Viva Gregório] de Affonso Ávila. São Paulo: Iluminuras, 2011. 127p.
  • ÁVILA, Affonso. Introdução: Viva Haroldo - Viva Gregório. In: CAMPOS, Haroldo de. O sequestro do barroco na formação da literatura brasileira: o caso Gregório de Mattos. São Paulo: Iluminuras, 2011. p.9-15.
exposições
OCUPAÇÃO HAROLDO DE CAMPOS - H LÁXIA. São Paulo. Itaú Cultural, 2011. (folder de exposição realizada de 17 de fevereiro a 10 de abril de 2011)

João Etienne Filho - teoria

ETIENNE FILHO, Jão. Cartas do Irmão Maior. Prefácio de Francisco Iglésias. Belo Horizonte: Mazza, 1994. 114p.

domingo, 6 de maio de 2012

Metz & Kristeva & Guattari & Barthes - teoria

METZ, Christian; KRISTEVA, Julia; GUATARI, Félix; BARTHES, Roland. Psicanálise e cinema. São Paulo: Global, 1980. 175p. Título original: Psychanalyse et Cinéma.

sábado, 21 de abril de 2012

Rafic Schami - literatura alemã

SCHAMI, Rafic. O segredo do calígrafo. Tradução de Silvia Bittencourt. São Paulo: Estação Liberdade, 2010. 442p. Título original: Das Geheimnis des Kalligraphen.

Thornton Wilder - literatura estadunidense

WILDER, Thornton. Nossa cidade. Tradução de Elsie Lessa. São Paulo: Abril Cultural, 1977. 128p. Título original: Our Town.

O cinema de Eric Rohmer - cinema

O CINEMA DE ERIC ROHMER. Rio de Janeiro, Caixa Cultural, 29 de março a 11 de abril de 2010. 39p. (catálogo).

Mostra Cine BH - BH International Film Festival - cinema

MOSTRA CINE BH 2015 - BH International Film Festival. Belo Horizonte, 15 a 22 de outubro de 2015. 35p. (programa).

MOSTRA CINE BH 2013 - BH International Film Festival. Belo Horizonte, 10 a 17 de outubro de 2013. 32p. (programa).

MOSTRA CINE BH 2010 - BH International Film Festival. Belo Horizonte, 21 a 26 de outubro de 2010. n.p. (programa). 

domingo, 1 de abril de 2012

"Aletria" - revistas

Aletria – Revista de estudos de literatura, Belo Horizonte, n.12 – Literatura e Psicanálise, 186p., abril 2005. (publicação do Programa de Pós-Graduação em Letras: Estudos literários, da UFMG)

A importância da leitura no Brasil

01/04/201214h43 (uol notícias cotidiano)
Pesquisa aponta que brasileiro reconhece importância da leitura, mas prefere outras atividades

Amanda Cieglinski
Da Agência Brasil, em Brasília

O brasileiro sabe da importância da leitura para progredir na vida, mas continua considerando a atividade desinteressante. Este é o principal diagnóstico da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada nesta semana pelo Instituto Pró-Livro. Foram entrevistadas mais de cinco mil pessoas em 315 municípios e os resultados apontam que apenas metade delas pode ser considerada leitora. O critério é ter lido pelo menos um livro nos últimos três meses.

Entre os participantes, 64% concordaram totalmente com a afirmação “ler bastante pode fazer uma pessoa vencer na vida e melhorar sua situação econômica”. Mas 30% disseram que não gostam de ler, 37% gostam um pouco e 25% gostam muito. Entre os não leitores, a principal razão para não ter lido nos últimos meses é a “falta de tempo”, apontada por 53% dos entrevistados. No topo da lista aparecem também justificativas como “não gosto de ler” (30%) ou “prefiro outras atividades” (21%).

A professora Vera Aguiar, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), explicou que a falta de hábito de leitura no país é cultural. “Nossa cultura é muito oral. Se a gente pensa na religião, nas festas como o carnaval ou nos esportes como o futebol, percebe que o brasileiro prefere atividades exteriores que envolvam muitas pessoas”, aponta a pesquisadora da Faculdade de Letras da PUC-RS.

Vera defende que mesmo sendo uma questão cultural, é possível mudar o quadro com ações de incentivo à leitura. Ela acredita que nas últimas décadas houve um incremento grande de programas voltados para o estímulo da leitura, mas as iniciativas ainda não tiveram o efeito esperado. “Há várias iniciativas de vários setores da sociedade – governos municipais, estaduais e federal, ONGs [organizações não governamentais], universidades – mas mesmo assim é pouco. Essas ações precisam ser mais articuladas”.

Para Maria Antonieta Cunha, professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e diretora do programa do Livro Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, o brasileiro associa a leitura à obrigação e não ao prazer. Um trecho do estudo que evidencia essa tese são as respostas dos entrevistados à pergunta “qual é o significado da leitura para você”. Mais de 60%, acham que ler uma “fonte de conhecimento para a vida”, “fonte de conhecimento para atualização profissional” (41%) e “fonte de conhecimento para a escola” (35%). Para a professora, os resultados indicam que a maioria das pessoas não associa diretamente a leitura a uma atividade de lazer.

“A questão é que nós não temos a leitura como um valor social. A pessoa não conseguiu descobrir que a leitura trabalha, mais do que tudo, com a transcendência, que é o grande item do ser humano. É aquilo que diz Fernando Pessoa: a literatura é uma confissão de que a vida não basta”, disse Maria Antonieta durante o lançamento da pesquisa.

O estudo também demonstra que o hábito da leitura está conectado com a frequência à escola. Entre os que estudam estão apenas 16% do total da população de não leitores. Mesmo entre aqueles considerados leitores, a média de obras lidas é 1,4 para quem não está estudando ante 3,4 para quem estuda (considerando os últimos três meses). “Que escola é essa que nós temos que não consegue desenvolver leitores para a vida inteira?”, pergunta Maria Antonieta.

A representante do Ministério da Cultura defende que as escolas e as bibliotecas, apontadas como um local desinteressante pelos entrevistados, precisam ter bons mediadores de leitura. “São professores verdadeiramente capazes de fazer o olhinho do aluno brilhar ao ouvir uma história. Para isso o próprio professor precisa ser um apaixonado pela leitura”.

Lygia Fagundes Telles - literatura brasileira

TELLES, Lygia Fagundes. Invenção e memória. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. 125p.

Cesário Verde - literatura portuguesa

VERDE, Cesário. O livro de Cesário Verde. 5.ed. Introdução por Maria Ema Tarracha Ferreira. [Lisboa]: Ulisseia, 1999. 176p.

Eduardo Lourenço - literatura portuguesa

LOURENÇO, Eduardo. Mitologia da saudade, seguido de Portugal como destino. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. 154p.

Joaquim Brasil Fonte - teoria

FONTES, Joaquim Brasil. Variações sobre a Lírica de Safo. São Paulo: Liberdade, 1992. 223p.

K. J. Dover - teoria

DOVER, K. J. A homossexualidade na Grécia antiga. Tradução de Luís S. Krausz. São Paulo: Nova Alexandria, 1994. 333p. Título original: Greek homosexuality.

Raymond Aron (Paris 1905-1983) - teoria

ARON, Raymond. O espectador engajado: entrevistas com Jean-Louis Missika e Dominique Wolton. Tradução de Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. 383p. Título original: Le Spectateur engagé.

Entrevista de Roy Wagner

São Paulo, domingo, 01 de abril de 2012 (Folha de São Paulo - Caderno Ilustríssima)

A invenção da antropologia
Roy Wagner e a revolução nos modos de pensar

RESUMO

Em entrevista a um time de antropólogos brasileiros, o norte-americano Roy Wagner, autor de "A Invenção da Cultura" e crítico da presunção à autossuficiência dos Estados Unidos, defende o humor como forma de invenção e argumenta que, ao reverter causa e efeito, ele se torna o conhecimento íntimo de todas as coisas.

EM AGOSTO DE 2011, seis universidades brasileiras receberam Roy Wagner, autor de "A Invenção da Cultura", de 1975, publicado no Brasil pela Cosac Naify em 2010.

O livro propôs uma verdadeira revolução nos modos de pensar e fazer antropologia, pondo em questão, a partir de um olhar sobre os povos melanésios, dualidades como natureza e cultura, universalismo e relativismo, tradição e inovação, sujeito e objeto.

Entre os trabalhos que apresentou no Brasil estão um livro inédito, "The Place of Invention", e uma reflexão sobre a obra do polêmico antropólogo e escritor Carlos Castañeda (1925- 88), à qual vem dedicando nos últimos anos um curso na Universidade de Virginia, Charlottesville, onde ensina desde 1974.

Esta entrevista, concedida aos antropólogos Florencia Ferrari, Iracema Dulley, Jamille Pinheiro, Luísa Valentini, Renato Sztutman e Stelio Marras, oferece uma amostra da prosa do autor, um crítico da presunção à autossuficiência dos EUA, país onde nasceu e se formou, mas também um contador de histórias, fascinado pelas mais diferentes culturas e práticas de conhecimento.

Toda a teoria de Wagner (que é tão dele como dos melanésios) pode ser vista como um flerte com a poesia e com o humor. Afinal, como ele não cansa de afirmar, a produção de significado no mundo é, como nesses campos, um exercício incessante e insistente de metaforização, isto é, invenção.

Como resume a questão central de "A Invenção da Cultura", a dialética cultural entre convenção e invenção, memória e improvisação?

A memória, é claro, é uma parte vital e básica de nós. Não conseguiríamos viver sem ela. Mas a cultura não se resume a ela, pois contém um outro lado, que é a invenção. Estou usando o termo "invenção" como uma palavra mágica.

A invenção é a metáfora. Existe uma espécie de diálogo ou interação entre a memória e a invenção. Temos que lidar com a vida em família, as leis do direito de família ou o que algumas pessoas nos EUA entendem por valores familiares [risos], mas também com a Constituição dos EUA, a Constituição brasileira ou a forma de governo brasileira.

Os dois são inovações do Novo Mundo em relação à cultura europeia. Nossas revoluções estabeleceram um novo tipo de sociedade, inventando e modificando as convenções de uma vez por todas, definindo parte do que constitui o hemisfério ocidental.

É importante prestar atenção ao modo como as civilizações americanas pensam: elas pensam de modo diferente das civilizações do Velho Mundo.

Em sua obra há uma associação entre perspectivismo e humor. Qual é o lugar do humor no seu trabalho?

O humor é uma forma de invenção. É um exercício de ver a partir de uma perspectiva e então se deslocar para outra repentinamente, com algo um pouco confuso. Uma piada inventa; ela usa a perspectiva para inventar. É preciso enfatizar isso.

O senso de humor é algo que pessoas têm, como os índios que conheci na Amazônia, e que não percebemos facilmente. O que eles fazem é integrar a alteração de perspectivas que existe em uma piada à antropologia de uma maneira bastante sorrateira e sutil. E, em muitos casos, isso se faz com tal sutileza que acabamos achando que estamos lidando com fatos antropológicos.

Existe um tipo de ironia ou senso de humor na base de todas as culturas. Ao morar em um país, descobrimos onde reside esse humor. O que estou tentando dizer ao afirmar isso sobre o humor é que, em primeiro lugar, o objetivo do livro "A Invenção da Cultura" foi fazer com que as pessoas usassem a ideia da invenção como uma coisa em si mesma, como uma maneira de pensar sobre as coisas.

Estamos acostumados a pensar no humor como forma de entretenimento, não como forma de alteração de perspectivas, de alteração sujeito-objeto. Fomos treinados a pensar na cultura como um conjunto de memórias que deve ser exaltado. Procuramos o conhecimento onde ele fica armazenado, na biblioteca, no computador. São memórias artificiais.

O que você chama de "deslocamento perspectivista" -e sua tradução na ideia de invenção- tem um impacto forte sobre o que concebemos, no Ocidente moderno, como racionalidade. Você poderia falar mais sobre isso?

O [Carlos] Castañeda nos dá uma lição muito importante sobre o humor. Toda metáfora é uma piada. Toda metáfora é um ato de humor. Temos que aprender a pensar em cada metáfora como uma torção irônica de palavras, de perspectivas. Vamos pensar nisso de modo analítico.

Tudo o que nós chamamos de razão (e tudo o que nós chamamos de tecnologia -razão, lógica, tecnologia) é baseado na relação de causa e efeito. A causa é o que Wittgenstein chamou de superstição. A ideia de causa e efeito só pode funcionar quando a causa e o efeito são a mesma coisa. Quando falamos de causa e efeito, criamos uma separação ou um espaço artificial. No entanto, se não fizéssemos isso, não teríamos nada para chamar de razão ou lógica.

Em uma piada, a causa e o efeito são reversos. É por isso que o humor é o conhecimento íntimo de todas as coisas; se usamos o humor, revertemos causa e efeito. Os barok (Papua Nova Guiné) me contaram que quando aprendemos que tudo funciona por meio de um truque, não nos encontramos no fim do conhecimento, mas no início. Isso constitui um ataque à racionalidade, considerando o modo como normalmente pensamos sobre ela.

Não significa que esse processo seja ilógico. Wittgenstein provavelmente diria que a lógica é o humor; a lógica não é causa e efeito. Ele desprezava totalmente a ideia de causa e efeito. Os Estados Unidos parecem estar presos a um tipo de mentalidade assim. É um país que sente muito orgulho de si próprio, que não quer ouvir o que outras pessoas têm a dizer. É muito difícil ensinar antropologia a pessoas assim!

Como se dá essa dialética entre os povos que estudou na Nova Guiné?

Minha experiência entre eles me ensinou que a convenção é o que damos como certo, pois é a base da existência; é o que é dado, é o que existe. Como indivíduos, o que fazemos é nos diferenciar "contra" ela. Essas pessoas, dotadas de uma criatividade maravilhosa, produzem formas estonteantes de arte, nominação, mitos. Tudo isso é diferenciação. Por não ser convenção, ela possui um poder de corte. As convenções são simples, conhecidas por todos, dadas como certas, e é assim que produzimos a diferenciação.

Na civilização ocidental, tratamos a convenção como um ideal, como fazemos com nossos códigos de lei, nossas constituições, organizações governamentais e educacionais. Tendemos a aderir a ideais platônicos. E nossos grandes inventores, as pessoas que aperfeiçoam e modificam nossa sociedade, são considerados excêntricos.

Em "A Invenção da Cultura", argumento que os povos indígenas, os povos tribais, não têm governo nem religião centralizados -e o que são um governo e uma religião centralizados, e um sistema de escrita, senão formas profundamente enraizadas de convenção?

Como descreve o impacto da antropologia na contracultura e vice-versa, nos EUA, e em seu trabalho em particular?

A contracultura foi algo que existiu de forma muito deliberada e determinante nos anos 1970. Na época em que escrevi "A Invenção da Cultura", ela era muito provocadora nos EUA. Mas muito do que produziu foi assimilado pela mídia, pela propaganda.

Muitos dos tropos poderosos e inovadores criados pela contracultura na década de 1970 foram assimilados pela propaganda e coisas do tipo, de modo que os protestos dos hippies acabaram, mais tarde, sendo usados em comerciais para vender produtos. Portanto, a contracultura foi corrompida pela convenção e usada para estender a cultura convencional.

A contracultura operou por algum tempo, mas depois foi, de certa maneira, sugada para dentro, totalmente dissolvida. Algumas pessoas tentaram fazer contracultura novamente, mas não funcionou da mesma forma que nos anos 1970. Assim, a contracultura foi -e acho que meu livro deixa isso claro- uma diferenciação inovadora que aconteceu no interior da cultura americana, algo que se mostrou ameaçador para muitos americanos, por razões políticas ou por outras razões. Mas em 2001 já havia se tornado terrorismo.

Tradução: Iracema Dulley e Jamille Pinheiro. A íntegra da entrevista será publicada na próxima edição da "Revista de Antropologia", da USP, em abril.

C.M. Bowra - teoria

BOWRA, C. M. Introduccion a la literatura griega. Lo tradujo al castellano: Luis Gil. Madrid: Guadarrama, 1968. 411p. Título original: Landmarks in Greek Literature.

O Garoto de Bicicleta, dos irmãos Dardene












Diretores de "O Garoto de Bicicleta" falam sobre o filme
Os diretores belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne falam sobre "O Garoto de Bicicleta", no qual contam a história de Cyril, um menino de 11 anos que não se conforma em viver num orfanato e decide encontrar o pai. Clique aqui para assistir à entrevista.

domingo, 25 de março de 2012

Revista "Transfinitos"

Transfinitos - psicanálise: transmissão e causa. Organização: Maria Inês Lodo et al. Belo Horizonte: Autêntica; Aleph, 2003. 176p. (Aleph - Escola de Psicanálise - ano 3, n.2).

CASTRO, Célio de. Política e Psicanálise. In: Transfinitos - psicanálise: transmissão e causa. Organização: Maria Inês Lodo et al. Belo Horizonte: Autêntica; Aleph, 2003. p.69-76. (Aleph - Escola de Psicanálise - ano 3, n.2).

PORTUGAL, Ana Maria. Tradução e... transmissão. In: Transfinitos - psicanálise: transmissão e causa. Organização: Maria Inês Lodo et al. Belo Horizonte: Autêntica; Aleph, 2003. p.77-82. (Aleph - Escola de Psicanálise - ano 3, n.2).

Transfinitos - a experiência da psicanálise. Organização: Maria Inês Lodi et al. Belo Horizonte: Autêntica; Aleph, 2003. 176p. (Aleph - Escola de Psicanálise - ano 4, n.3).

domingo, 18 de março de 2012

Brian Selznick ( East Brunswick 1966- ) - literatura estadunidense


SELZNICK, Brian. A invenção de Hugo Cabret. Tradução de Marcos Bagno. São Paulo: SM, 2007. 533p. Título original: The invention of Hugo Cabret.

Kyung-Sook Shin (Jeongeup 1963- ) - literatura coreana do sul

SHIN, Kyung-Sook. Por favor, cuide da mamãe. Tradução [do inglês] de Flávia Rössler. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2011. 236p. Título em inglês: Please look after mom.

Marcelo de Araujo - teoria

ARAUJO, Marcelo de. Dom Pedro II e a moda masculina na época vitoriana. São Paulo: Estação das letras e cores, 2012. 142p.

Uri Avnery - literatura israelense

AVNERY, Uri. Outro Israel. Tradução de caia Fittipaldi. Organização dos textos e revisão da tradução de Guila Flint. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012.332p. Título original: Another Israel: sabbatical reflections.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Manuel Bandeira - Teoria

BANDEIRA, Manuel. Noções de história das literaturas. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1954. 277p. [B-M.L.C.A.]

Mário Quintana (Alegrete 1906-1994 Porto Alegre) - literatura brasileira

QUINTANA, Mário. Da preguiça como método de trabalho. 2.ed. Rio de Janeiro: Globo, 1987. 162p. [B-M.L.C.A.]

Mário Palmério (Monte Carmelo 1916-1996 Uberaba) - literatura brasileira

PALMÉRIO, Mário. Chapadão do bugre. Ilustrações de Poty. Rio de Janeiro: José Olympio, 1965. 371p. [B-M.L.C.A.]

Fernando Inácio Peixoto (Cataguases 1909-1986?) - literatura brasileira

PEIXOTO, Francisco Inácio. Chamada geral: contos. Prefácio de Francisco de Assis Barbosa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982. 181p. (Coleção Vera Cruz: Literatura Brasileira, 339) [B-M.L.C.A.]

Henriqueta Lisboa (Lambari 1901-1985 Belo Horizonte) - literatura brasileira


LISBOA. Henriqueta. Antologia poética para a infância e a juventude. Rio de Janeiro: INL, 1961. 273p. [B-M.L.C.A.]
_______. Azul profundo. 2.ed. São paulo: Xerox do Brasil, 1969. 127p. ("reprodução da ed. de 1965 com um ensaio crítico da prof. Ângela Vaz Leão, cópia xerografada.") [B-M.L.C.A.]
_______. Pousada do ser. capa de Victor Burton. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. 113p. [B-M.L.C.A.]

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Angela Gutierrez (Coord.) - Teoria

GUTIERREZ, Angela (Coord.). Ouro Preto - tempo sobre tempo. Texto de Angelo Oswaldo de Araújo Santos. Fotografia de Rui Cezar dos Santos. edição bilíngue português/inglês. Rio de Janeiro: Spala, 1985. 179p. (realização cultural da Construtora Andrade Gutierrez) [B-M.L.C.A.]

El arte del cuento - antologias e coletâneas

el ARTE del cuento. Cuentos de Edgar A. Poe, Guy de Maupassant, Jorge Luis Borges, Julio Cortázar. Ilustraciones de Alberto Cedrón, Carlos Alonso, Roberto Páez, Santiago Cogorno. Buenos Aires: Centro Editor de América Latina, 1973. n.p. [B-M.L.C.A.]

  • BORGES, Jorge Luis. La morte y la brujula. Ilustrado por Roberto Páez. In: el ARTE del cuento. Cuentos de Edgar A. Poe, Guy de Maupassant, Jorge Luis Borges, Julio Cortázar. Buenos Aires: Centro Editor de América Latina, 1973.
  • CORTÁZAR, Julio. Final del juego. Ilustrado por Santiago Cogorno. In: el ARTE del cuento. Cuentos de Edgar A. Poe, Guy de Maupassant, Jorge Luis Borges, Julio Cortázar. Buenos Aires: Centro Editor de América Latina, 1973.
  • MAUPASSANT, Guy. Mademoiselle Fifi. Ilustrado por Carlos Alonso. In: el ARTE del cuento. Cuentos de Edgar A. Poe, Guy de Maupassant, Jorge Luis Borges, Julio Cortázar. Buenos Aires: Centro Editor de América Latina, 1973.
  • POE, Edgar Alan. El pozo y el pendulo. Ilustrado por Alberto Cedrón. In: el ARTE del cuento. Cuentos de Edgar A. Poe, Guy de Maupassant, Jorge Luis Borges, Julio Cortázar. Buenos Aires: Centro Editor de América Latina, 1973.

Nydia Licia

LICIA, Nydia. Sérgio Cardoso: roteiros de sia arte - um roteiro iconográfico. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004. 160p. (Coleção Aplauso) [B-M.L.C.A.]

Sara Facio & Alicia D'Amico - teoria

FACIO, Sara; D'AMICO, Alicia. Retratos y autorretratos: escritores de América Latina. Buenos Aires: Crisis, 1973. 192p. [B-M.L.C.A.]

Tom Maia et al - Teoria

MAIA, Tom: FRANCO, Afonso Arinos de Melo; MAIA, Thereza Regina de Camargo. São João Del Rei & Tiradentes. São Paulo: Nacional; Rio de Janeiro: Embratur, 1978. 169p. edição quadrilíngue português/francês/inglês/espanhol. [B-M.L.C.A.]

Jacob Klintowitz - Teoria

KLINTOWITZ, Jacob. A paisagem mineira. [s.l.]: Raízes Artes Gráficas, 1985. 111p. [B-M.L.C.A.]

Antonio Bento - Teoria

BENTO, Antonio. Expressões da arte brasileira. Tradução para o inglês de Richard Spock e Elaine E. Morisson. Rio de Janeiro: Spala, 1983. 199p. edição bilíngue português/ingles. [B-M.L.C.A.]

Paulo Krüger Corrêa Mourão - teoria

MOURÃO, Paulo Krüger Corrêa. As igrejas setecentistas de Minas. 2.ed. revista e aumentada. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986. 188p. [B-M.L.C.A.]

MOURÃO, Paulo Krüger Corrêa. Belo Horizonte na bela época. Belo Horizonte: Emil, [1982]. 134p.

Franz Kafka (catálogo de exposição) - literatura tcheca

KAFKA, Franz. Franz Kafka 1883-1924. Catálogo de exposição, Berlim, 1968. Exhibition sponsored by the Akademie der Künste, Berlin, the material compiled by Klaus Wagenbach and arranged by the Goethe-Institut zur Pflege deutscher Sprache und Kultur im Ausland e.V., Munich. [B-M.L.C.A.]

Olívio Tavares de Araújo

ARAÚJO, Olívio Tavares de (Ed.). Bracher. Textos de Moacyr Laterza, Ferreira Gullar e Olívio Tavares de Araújo. Poemas de Affonso Romano de Sant’Anna e Haroldo de Campos. Citações de poemas de Carlos Drummond de Andrade e Carlos Bracher. Tradução para o inglês de Peter Galsgaard et all. São Paulo: Métron, 1989. 176p. edição bilíngüe português/inglês. [B-M.L.C.A.]

Carlos Bracher - artistas

ordem alfabética de autor
ARAÚJO, Olívio Tavares de (Ed.). Bracher. Textos de Moacyr Laterza, Ferreira Gullar e Olívio Tavares de Araújo. Poemas de Affonso Romano de Sant’Anna e Haroldo de Campos. Citações de poemas de Carlos Drummond de Andrade e Carlos Bracher. Tradução para o inglês de Peter Galsgaard et all. São Paulo: Métron, 1989. 176p. edição bilíngüe português/inglês. [B-M.L.C.A.]


BRACHER, Carlos (Org.). Homenagem a Van Gogh. Catálogo de exposição. Museu de Arte de Belo Horizonte, Belo Horizonte, 29 de outubro a 15 de novembro de 1990; Sadalla Galeria de Arte, São Paulo, 6 a 30 de novembro de 1990; Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba, 8 a 30 de novembro de 1990; Galeria Bonino, Rio de Janeiro, 20 de novembro a 8 de dezembro de 1990; D’Bieler Galeria de Arte, Rio de Janeiro, 21 de novembro a 9 de dezembro de 1990. Textos de Affonso Romano de Sant’Anna, Ângelo Oswaldo de Araújo Santos, Carlos Bracher. São Paulo: Métron, 1990. n.p.

BRACHER, Carlos (Org.). Homenagem a Van Gogh. Textos de Hélio Carneiro, Ângelo Oswaldo de Araújo Santos, Carlos Bracher. Fragmentos de textos de Van Gogh. Tradução para o inglês de Cecil Stuart Birkinshaw. São Paulo: Empresa das Artes, 1991. 129p. edição bilíngue português/inglês. [B-M.L.C.A.]
2658.

BRACHER, Carlos. Bracher Brasília: 50 anos de pintura de Bracher / 50 anos da construção de Brasília. Belo Horizonte: Rona, 2007. 224p. [B-A.A.]

BRACHER, Carlos. Bracher - Pintura & Permanência. Poema de Carlos Drummond de Andrade. Apresentação: Olívio Tavares de Araújo. Belo Horizonte: Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB, 2015. n.p. (catálogo de exposição realizada de 12 de novembro de 2014 a 12 de janeiro de 2015 no CCBB BH e de 27 de janeiro a setembro de 2015 no CCBB SP, CCBB RJ. CCBB BSB e Centro Cultural Usiminas)

Alceu Amoroso Lima & Frei Bruno Palma - Artistas (Portinari)

(PORTINARI) LIMA, Alceu Amoroso; PALMA, Bruno Frei. Arte sacra Portinari. Apresentação de Alceu Amoroso Lima. Comentários de Frei Bruno Palma o.p. Rio de Janeiro: Alumbramento; Livroarte, 1982. 128p. [B-M.L.C.]

Ismael Nery (Belém 1900-1934 Rio de Janeiro) - Artistas

NERY, Ismael. Ismael Nery 50 anos depois. Projeto, coordenação e coordenação de Aracy Amaral. São Paulo: MAC-USP, 1984. 277p. Catálogo da exposição, Museu de Arte Contemporânea (MAC) da Universidade de São Paulo (USP), 1984. [B-M.L.C.A.]

Mitologia - Teoria

MITOLOGIA. São Paulo: Abril, 1973. 3v. 800p+anexos [v1, v.3]. [B-M.L.C.A.)

Walter Zanini - Teoria

ZANINI, Walter (Org.). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Walther Moreira Salles, 1983. 2v. , 1116p. [B-M.L.C.A.]

Bruno Furrer - artistas (Carybé)

(CARIBÉ) FURRER, Bruno (Org.). Carybé. Apresentação na sobrecapa de Antônio Celestino. Introdução de Jorge Amado. Textos de Caribé, Lídia Besouchet, José Cláudio da Silva. Pesquisa e bibliografoa de Gardênia Melo. Salvador: Fundação Emílio Odebrecht, 1989. 452p. edição bilíngue português/inglês.[B-M.L.C.A. e B-A.A.]

Carybé, Baiana - óleo sobre madeira (fonte: Leões e cordeiros)

Lélia Coelho Frota - teoria e arte

FROTA, Lélia Coelho. Vida e obra de Manuel da Costa Ataíde. Fotos de Pedro de Moraes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. 148p. [B-M.L.C.A.]

Alberto Martini - Artistas (Picasso)

(PICASSO) MASSINI, Alberto. Picasso e il cubismo. Milano: Fratelli Fabbri, 1967. 102p. [B-M.L.C.A.]

Roger Passeron - Artistas (Picasso)

(PICASSO) PASSERON, Roger. Pablo Picasso. Tradução de Maguy Bodinaud et al. São Paulo: Câmara de Comércio e Indústria Franco-Brasileira, 1986. 280p. (publicado na ocasião da exposição retrospectiva de Pablo Picasso, no Museu de Arte de São Paulo - Masp). [B-M.L.C.A.]

Abba Eban (19015-2002) - Teoria


EBAN, Abba. A história do povo de Israel. Apresentação de Itzhak Harkavi. Tradução de Alexandre Lissovsly. Glossário de Salomão Serebrenick. 3.ed. Rio de Janeiro: Block, 1975. 456p.+anexo. Título original em inglês: My People - The Story of the Jews. [B-M.L.C.A.]

Marziano Bernardi - Teoria

BERNARDI, Marziano. Tesori d'Arte Antica in Piemonte. Torino: Amilcare Pizzi S.p.A., 1969. 746p. (promosso dalla FIAT Torino) [B-M.L.C.A.]

Coleção Arte no Brasil - Teoria

ARTE no Brasil - Cinco séculos de pintura, escultura, arquitetura e artes plásticas. São Paulo: Abril, 1979. 2v, 1111p. [B-M.L.C.A.]

Benedito Nunes (Belém 1929-2011) - teoria e memória

NUNES, Benedito. Dois ensaios e duas lembranças. Belém: Secult/Unama, 2000. 48p.

NUNES, Benedito. A paixão de Clarice Lispector. Separata de: Revista de Cultura do Pará, Belém, ano 8, n.32, p.43-67, 1978. [B-M.L.C.A.]

NUNES, Benedito. Crivo de papel. São Paulo: Ática, 1998. 287p.

Jorge Luis Borges & Margarita Guerrero - literatura argentina

BORGES, Jorge Luis; GUERRERO, Margarita. O livro dos seres imaginários. Tradução de Carmen Vera Cirne Lima. Ilustrações de Jussara Gruber. Porto Alegre: Globo, 1981. 214p. Título original: El libro de los seres imaginarios. [B-M.L.C.A.]

Jorge Luis Borges & Osvaldo Ferrari - literatura argentina

BORGES, Jorge Luis; FERRARI, Osvaldo. Borges em diálogos: conversas de Jorge Luis Borges com Osvaldo Ferrari. Tradução de Eliane Zagury. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. 208p. Título original: Borges en diálogo. [B-M.L.C.A.]
_______. Sobre a amizade e outros diálogos. Organização e tradução de John Lionel O'Kuinghttons Rodriguez. Introdução de Daisi Irmgard Vogel. São Paulo: Hedra, 2009. 230p. Título original: En diálogo (2 vols.).
_______. Sobre a filosofia e outros diálogos. Organização e tradução de John Lionel O'Kuinghttons Rodriguez. Introdução de Walter Carlos Costa. São Paulo: Hedra, 2009. 252p. Título original: En diálogo (2 vols.).
_______. Sobre os sonhos e outros diálogos. Organização e tradução de John Lionel O'Kuinghttons Rodriguez. Prólogo de Osvaldo Ferrari. São Paulo: Hedra, 2009. 230p. Título original: En diálogo (2 vols.).

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Gregory Battcock - Teoria

BATTCOCK, Gregory. A nova arte. Tradução de cecília Prada e Vera de Campos Toledo. São Paulo: Perspectiva, 1975. 292p. Título original: The New Art. (Coleção Debates, 73) [B-M.L.c.A.]

Julie Gilbert - teoria e biografia

GILBERT, Julie. Opostos que se atraem: as vidas de Erich Maria Remarque e Paulette Goddard. Tradução de Marcus Penchel. 513p. Rio de Janeiro: Record, 1998. Título original: Opposite attraction.


Portrait of Paulette Goddard 1940-41, by Diego Rivera

Vincent Willem van Gogh (Zundert 1853-1890 Auvers-sur-Oise) - Teoria

VAN GOGH, Vincent. Cartas a Théo. Tradução [do francês] de Pierre Ruprecht. Porto Alegre: L&PM, 1986. 298p. Título original: Lettres de Vincent Van Gogh a son frère Théo. [B-M.L.C.A.]

Vincent van Gogh (1853-1890)
Lettre de Vincent van Gogh à son frère Theo,
mi-septembre 1881
Amsterdam, Van Gogh Museum
Photo : Service de presse

André Malraux (Paris 1901-1976 Créteil) - literatura francesa

MALRAUX, André. A condição humana. Tradução de Jorge de Sena. São Paulo: Abril, 1972. 301p. Título original: La Condition Humaine. (Coleção Os imortais da literatura universal, 48 - acompanha fascículo com Capítulo 13) [B-M.L.C.A.]

Plaque apposée au n° 44 de la rue du Bac, Paris 7e, où habita André Malraux (1901-1976) et où il écrivit La Condition humaine.
(fonte: wikimedia)

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Alfredo Bosi (Org.) - antologias e coletâneas

BOSI, Alfredo (Org., introdução e notas bibliográficas). O conto brasileiro contemporâneo. 2.ed. São Paulo: Cultrix, 1978. 293p. [B-M.L.C.A.]

Rodrigo Duarte

DUARTE, Rodrigo. Adornos: nove ensaios sobre o filósofo frankfurtiano [Theodor W. Adorno]. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1997. 189p. [B-M.L.C.A.]

DUARTE, Rodrigo (Org. e seleção dos textos). O belo autônomo: textos clássicos de estética. Belo Horizonte: UFMG, 1997. 288p.

DUARTE, Rodrigo; FIGUEIREDO, Virginia (Org.). Mímesis e expressão. Belo Horizonte: Ed.UFMG, 2001. 435p. (Coleção Humanitas).

Paulo Rónai - teoria, dicionários e antologias

teoria
RÓNAI, Paulo. Não perca o seu latim. Com a colaboração de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. 261p. [B-M.L.C.A.]

RÓNAI, Paulo. A vida de Balzac: uma biografia ilustrada. 2.ed.rev. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999. 141p. [B-M.L.C.A.]

dicionário
RÓNAI, Paulo. Dicionário universal Nova Fronteira de citações. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. 1020p.

antologia
RÓNAI, Paulo (Seleção, tradução, introdução e notas). Antologia do conto húngaro. 2.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1958.

María Esther Vázquez - teoria e biografia

VÁZQUEZ, María Esther. Jorge Luis Borges: esplendor e derrota. Tradução de Carlos Nougué. Rio de Janeiro: Record, 1999. 348p. Título original: Borges: esplendor y derrota. [B-M.L.C.A.]

Richard Davenport-Hines - Teoria

DAVENPORT-HINES, Richard. Uma noite no Majestic. Tradução de Berilo Vargas. Rio de Janeiro: Record, 2007. 347p. Título original: A Night at the Majestic. [B-M.L.C.A]

Vanessa Curtis - teoria e biografia

CURTIS, Vanessa. As mulheres de Virginia Woolf. Tradução de Tuca Magalhães. Prefácio de Julia Briggs. São Paulo: A Girafa, 2005. 262p. Título original: Virginia Woolf's women. [B-M.L.C.A.]

Jeffrey Meyers - Teoria

MEYERS, Jeffrey. Scott Fitzgerald: uma biografia. Tradução de Mauro Gama. Rio de Janeiro: José Olympio, 1996. 424p. Título original: Scott Fitzgerald: A Biography. [B-M.L.C.A.]

Vladímir Maiakovski (Bagdadi/Geórgia 1893-193 Moscou) - literatura russa

MAIAKOVSKI, Vladimir. Antologia poética. Tradução, prefácio e estudo biográfico de E. Carrera Guerra. Rio de Janeiro: Leitura, [s.d.]. 215p. [nome do autor grafado como Vladímir Maiacovski nesta edição]. [B-M.L.C.A.]

George Bernanos (Paris 1888-1948 Neuilly-sur-Seine) - literatura francesa

BERNANOS, George. Diário de um pároco de aldeia. Tradução de Edgar G. da Mata-Machado. 4.ed. Rio de Janeiro: Agir, 1964. 212p. Título do original: Journal d'un curé de campagne. [B-M.L.C.A.]

Clara Malraux (Paris 1897-1982 Andé) - literatura francesa

MALRAUX, Clara. Nossos vinte anos. Tradução de Eunice Gruman. São Paulo: Marco zero, 1988. 304p. Título original: Nos Vingt Ans. [B-M.L.C.A.]

Guillermo Cabrera Infante (Gibara 1929-2005 Londres) - literatura cubana

CABRERA INFANTE, Guillermo. Havana para um infante defunto. Tradução de João Silvério Trevisan. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. Título original: La Habana Para un Infante Difunto. [B-M.L.C.A.]

_______. Vista do amanhecer no trópico. Tradução [do espanhol e do inglês] e Josely Vianna Baptista e José Antonio Arantes. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. 171p. Título original espanhol: Vista del amanecer en el trópico. [B-M.L.C.A.]

Emily Dickinson (Amherst 1830-1886) - literatura estadunidense


DICKINSON, Emily. Uma centena de poemas. Tradução, introdução e notas de Aíla de Oliveira Gomes. Apresentação de Paulo Rónai. São Paulo: T. A. Queiroz: Ed. da USP, 1984. [B-M.L.C.A.]

Alexis Zakythinos - literatura grega

ZAKYTHINOS, Alexis. O soldado. Tradução de José Paulo Paes. Brasília: Escopo, 1988. 24p. [B-M.L.C.A.]

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Joen Fagan & Irma Lee Shepherd - Teoria

FAGAN, Joen; SHEPHERD, Irma Lee (Org.). Gewstalt-terapia: teoria, prática e aplicações. Tradução de Álvaro Cabral. 3.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1977. 413p. Título original: Gestalt Therapy Now: Theory, Techniques, Applications.

Antonio Paim - Teoria

PAIM, Antonio. A filosofia da Escola do Recife. Rio de Janeiro: Saga, 1966. 217p.

Jean Hugo - Teoria

HUGO, Jean. Le regard de la memoire. [Arles Cedex]: Actes Sud, 1983. 518p.

Césare Cantú et al - Teoria

CANTÚ, Césare; VASARI, Giorgio; SAINTE-BEUVE. Biografias de homens célebres. Tradução de Pe. Vicente Pedroso e Carlos Chaves. Ilustrações de Manuel Huete. São Paulo: Américas, 1955. 442p. v.11.

Pierre Bayard - Teoria

BAYARD, Pierre. Le hors-sujet: Proust et la digression. Paris: Minuit, 1996.

Jean Bellemin-Noël - teoria

BELLEMIN-NOËL, Jean. Psychanalyse et littérature. 3ème.ed. Paris: Presses Universitaires de France, 1989. 126p. (Collection Que sais-je?, 1752)

Fabio Landa - Teoria

LANDA, Fabio. Ensaio sobre a criação teórica em psicanálise: De Ferenczi a Nicolas Abraham e Maria Torok; seguido de Fora, de Jacques Derrida. Prefácio de Pierre Fédida. São Paulo: Unesp; Fapesp, 1999. 319p.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Rainer Maria Rilke (Praga/Império Austro-Húngaro 1875-1926 Valmont/Suíça)

RILKE, Rainer Maria. Auguste Rodin. Tradução de Marion Fleisher. São Paulo: Nova Alexandria, 2003. 176p. Título original: Auguste Rodin. [B-M.L.C.A.]

RILKE, Rainer Maria. Cartas sobre Cézane. Tradução e prefácio de Pedro Sussekind. 3.ed. Rio de Janeiro: Sette Letras, 1996. 101p. Título original: Briefe über Cézanne. [B.M.L.C.A.]

RILKE, Rainer Maria. Sonetos a Orfeu & Elegias de Duíno. Tradução e introdução de Emmanuel Carneiro Leão. Petrópolis: Vozes, 1989. 206p. edição bilíngue. Títulos originais: Die Sonnete na Orpheus; Duineser Elegien. [B.M.L.C.A.]

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Machado de Assis (Coleção W. M. Jackson - capa vermelha - Obras completas de Machado de Assis)

ASSIS, Joaquim Maria Machado de. Histórias sem data. Rio de Janeiro; São Paulo; Pôrto Alegre: W. M. Jackson Inc., 1952. 307p. (Coleção W.M.Jackson - Obras completas de Machado de Assis) [B-M.L.C.A.]

Aristóteles (Estagira 384a.C.-322a.C. Atenas) - teoria

ARISTÓTELES. Arte retórica e Arte poética. Tradução de Antônio Pinto de Carvalho. Introdução e notas de Jean Voilquin e Jean Capelle. Estudo introdutório de Goffredo Telles Júnior. Rio de Janeiro: Ediouro, [s.d]. 290p.

ARISTÓTELES. Poética. Tradução [do grego], com introdução e índices por Eudoro de Sousa. Lisboa: Guimarães, [s.d.]. 170p. [B-M.L.C.A.]
_______. Poética. Tradução de Eudoro de Souza. São Paulo: Ars Poética, 1992. 151p. edição bilíngue grego-português.

ARISTÓTELES. Poética; Organon; Política; Constituição de Atenas. São Paulo: Nova Cultural, 2000. 315p. (Coleção Os pensadores). (MFO]

Pierre Lavedan - dicionários

LAVEDAN, Pierre. Dictionnaire illustré de la mythologie et des antiquités grecques et romaines. 3 édition revue et mise a jour. Paris: Hachette, 1037p. [B-M.L.C.A.]

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Katherine Mansfield (Wellington/Nova Zelândia 1888-1923 Fontainebleau/França) - literatura neozelandesa


MANSFIELD, Katherine. Felicidade. Tradução de Érico Veríssimo. Porto Alegre: Globo, 1940. 284p. Título original: Bliss. [B-M.L.C.A.]

Marie Bashkirtseff (1858-1884) - teoria

BASHKIRTSEFF, Marie. Diário de Marie Bashkirtseff. Tradução [da edição francesa] de Gilda Marinho. Porto Alegre: Globo, 1943. 381p. Título da edição francesa: Journal de marie Bashkirtseff. [B.M.L.C.A.]

Dorothy Parker (West End 1893-1967 Nova York) - literatura estadunidense

PARKER, Dorothy. Antologia do conto moderno. Seleção e tradução de Linda Loubet e Raul Roque. Prefácio de Victor Palla. Coimbra: Atlântida, 1945. 217p. (Coleção Antologia do conto moderno) [B-M.L.C.A.]

Jane Austen (Steventon 1775-1817 Winchester) - literatura britânica

AUSTEN, Jane. Pride and Prejudice. London: Heinemann Educational Books, 1967. 397p. [B-M.L.C.A.]

Contos selecionados por Fernando R. P. Santos - antologias e coletâneas

SANTOS, Fernando R. P. (Seleção). Maravilhas do conto brasileiro. Organização de Diaulas Riedel. Introdução e notas de Fernando Góes. São Paulo: Cultrix, 1958. 311p. (Coleção Maravilhas do conto universal) [B-M.L.C.A.]

Contos selecionados por Albert Widmann - antologias e coletâneas

WIDMANN, Albert (Seleção). Maravilhas do conto alemão. 2.ed. Organização de Diaulas Riedel. Introdução e notas de Edgard Cavalheiro. São Paulo: Cultrix, 1958. 301p. (Coleção Maravilhas do conto universal) [B-M.L.C.A.]

Contos selecionados por Angel Eugênio Echegaray - antologias e coletâneas

ECHEGARAY, Angel Eugênio (Seleção). Maravilhas do conto espanhol. Organização de Diaulas Riedel. Introdução e notas de Edgard Cavalheiro. São Paulo: Cultrix, 1963. 301p. (Coleção maravilhas do conto universal) [B-M.L.C.A.]

Contos selecionados por A.R. Barbosa e E.Cavalheiro - antologias e coletâneas

BARBOSA, Almiro Rolmes; CAVALHEIRO, Edgard (Introdução, notas, compilação e traduções). As obras-primas do conto universal. 8.ed. São Paulo: Martins, 1955. 375p. [B-M.L.C.A.]

Novelas selecionadas por Boris Schnaiderman - antologias e coletâneas

SCHNAIDERMAN, Boris (Seleção, prefácio, notas e tradução). Novelas russas [Khadji-Murat, de Leão Tolstói e Inveja, de Iúri Oliecha]. São Paulo: Cultrix, 1963. 280p. [B-M.L.C.A.]

Contos indianos selecionados por Fernando Correia da Silva - antologias e coletâneas

SILVA, Fernando Correia da (Seleção, prefácio e notas). Maravilhas do conto indiano. Tradução de Albertino Pinheiro Júnior et al. 2.ed. São Paulo: Cultrix, 1964. 258p. (Coleção Maravilhas do conto) [B-M.L.C.A.]

Contos selecionados por Antônio Nojiri - antologias e coletâneas

NOJIRI, Antônio (Seleção). Maravilhas do conto japonês. Prefácio de Antônio Nojiri e Kikuo Furuno. Tradução de Albertino Pinheiro Júnior et al. 2.ed. São Paulo: Cultrix, 1964. 254p. (Coleção Maravilhas do conto) [B-M.L.C.A.]